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Jeduca | Associação dos jornalistas de educação
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Desafio da equidade no ensino remoto é tema de webinário

04/05/2020

No contexto da pandemia de Covid-19, debate sobre a garantia de acesso de todos os estudantes às aulas e atividades ofertadas pelas redes ganha destaque

A Jeduca realiza nesta terça-feira (5/5), o webinário “Ensino remoto e equidade no contexto da pandemia de Covid-19”. O evento será às 16h, com transmissão pelo canais do YouTube e do Facebook da Jeduca.

 

Participam do debate Cecilia Motta, presidente do Consed (Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação ), Lucia Dellagnelo, diretora-presidente do Cieb (Centro de Inovação para a Educação Brasileira) e Fernando Cássio, professor da UFABC (Universidade Federal do ABC) e membro da REPU (Rede Escola Pública e Universidade). A mediação será feiita pela editora pública da Jeduca, Marta Avancini.

 

Durante uma hora os participantes vão analisar o atual cenário, em que, por causa da pandemia de Covid-19, as aulas presenciais foram substituídas por aulas e atividades oferecidas remotamente pelas redes estaduais, municipais e por escolas particulares.

 

Este contexto cria uma série de desafios de infraestrutura e operacionais tendo em vista assegurar o acesso aos conteúdos e a aprendizagem dos estudantes. Um dos temas centrais em debate são as desigualdades que permeiam esse processo: a falta de internet de qualidade em muitas localidades e as dificuldades das famílias para dar o suporte necessário ao estudo dos filhos são alguns dos desafios.

 

Além disso, entre os desafios, estão as disparidades de infraestrutura e condições de oferta entre as unidades da federação e a necessidade de definir mecanismos para validar as atividades realizadas pelos alunos em casa como parte da carga horária letiva de 2020.

 

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, na semana passada, diretrizes para os conselhos estaduais e municipais de educação definirem a organização do calendário letivo de 2020 – atribuição de responsabilidade dos sistemas de ensino, podendo haver vários tipos de arranjos no país. O parecer do CNE precisa ser homologado pelo MEC. Durante o processo de discussão das diretrizes, foram realizadas duas lives em parceria com o Todos pela Educação.

 

A Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) realizou uma live para detalhar as diretrizes, com foco em educadores, gestores de escolas e membros de conselhos de educação. A Campanha Nacional pelo Direito à Educação também fez uma transmissão comentando as diretrizes e chamando a atenção para um possível impacto das desigualdades de acesso aos conteúdos oferecidos sobre o direito à educação e para a sobrecarga de trabalho dos professores, entre outros pontos.

 

O assunto está na pauta da mídia.  Entre os pontos das diretrizes destacados no noticiário estão a autorização para atividades não presenciais em todas as etapas e modalidades da educação básica, como informou a Agência Brasil, e a recomendação para que o calendário das avaliações nacionais, entre elas o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) considere a interrupção das aulas por causa da pandemia, noticiada pela Folha.

 

As disparidades e as dificuldades  enfrentadas pelos alunos da rede estadual de São Paulo foi tema de reportagem do Estadão. O UOL trouxe matéria sobre as dificuldades enfrentadas pelos estudantes que estão se preparando para o Enem.  Em outras partes do país, como em Minas Gerais e no Ceará, as aulas remotas também são tema de matérias.

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