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Educação para a diversidade de gênero: sugestões e dados para pautar o tema

Conhecer conceitos fundamentais, apoiar a pauta em dados e pesquisas e buscar conexões entre temas amplos como violência e desemprego e a educação da população LGBTQIAPN+ são algumas dicas

05/11/2025
Adriana Amâncio

Os dados são aliados do jornalismo. Eles permitem que as pautas tenham fundamentação mais sólida, ganhem análises profundas e abordagens mais bem dimensionadas. No Brasil, há diversos estudos e pesquisas que fornecem dados sobre educação para diversidade de gênero, com recortes, nuances e metodologias variadas que podem viabilizar pautas criativas, consistentes, humanizadas e bem embasadas. 

 

Um levantamento da Aliança Nacional LGBQTI+, com o apoio do Instituto Unibanco, diz que, em 2024, de um universo de 1.349 estudantes dos 27 estados brasileiros, 90% daqueles que se identificam LGBTQIAPN+ afirmaram ter sofrido agressões verbais. 

 

Apesar desse retrato da escola como um ambiente ainda pouco acolhedor à diversidade de gênero, os dados do Saeb (Sistema Nacional de Avaliação Básica) de 2021 revelam que combater a homofobia é uma preocupação de apenas 25% das escolas. 

 

A integrante do Departamento de Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas Liliana Bordignon afirma, em matéria publicada no site da instituição, que “promover respeito às diversas expressões de sexualidade, identidade de gênero e aos direitos humanos pode tornar a escola um ambiente de inclusão”.

 

Ainda com limitações, a inclusão é uma pauta que vem ganhando espaço na imprensa. Apesar de prevalecerem as abordagens focadas  em estudantes com neurodivergência ou deficiência, esse gancho também serve à pauta da diversidade de gênero.

 

A inclusão está imbricada com o próprio conceito de educação, segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) de 1996. Nesse dispositivo, a educação é definida como um direito que extrapola a escola, abrangendo, com processos formativos, a família, instituições e manifestações culturais. Educar para o respeito à diversidade de gênero é formar cidadãos com visão para além das fronteiras do preconceito.

 

Como os dados acima indicam, há muitos desafios até que esse assunto se torne mais presente na escola e na agenda da imprensa. Para apoiar essa cobertura, reunimos, aqui, dados, conceitos, dicas, fontes e referências para contribuir com uma cobertura ética, bem fundamentada, criativa, aprofundada e humanizada. 

 

Neste material você terá acesso a

  • Conceitos fundamentais
  • Onde coletar dados
  • Para dar o primeiro passo
  • Desafios e dicas de cobertura
  • Materiais de apoio e fontes de referência

 

Conceitos fundamentais 

 

Antes de iniciar a apuração, é importante se familiarizar com conceitos e especificidades da pauta LGBTQIAPN+ para uma abordagem ética, sem estereótipos e que, em vez de informar e ampliar o debate, viole direitos. 

 

O que é gênero 

Gênero não é a mesma coisa que sexo. O sexo biológico ou designado é o que as pessoas recebem ao nascer em função de características biológicas. O gênero não corresponde necessariamente ao sexo biológico e está ligado ao sentimento que as pessoas têm em relação a seu gênero, o que é social e culturalmente modelado. Fonte: Manual de Educação LGBTI+.

O que é identidade de gênero

É uma experiência interna e individual do gênero de cada pessoa, que pode ou não convergir com o sexo atribuido no nascimento.  As pessoas podem se identificar como sendo do gênero masculino, feminino, agênero, de gêneros não binários ou de alguma combinação de dois ou mais gêneros, independente de sexo biológico. Além disso, elas podem ser cisgêneros e trangêneros. Fonte: Manual de Educação LGBTI+.

 

O que é orientação sexual
O termo diz respeito à forma como nos sentimos em relação à afetividade e sexualidade. Uma pessoa pode ter atração emocional, afetiva ou sexual por indivíduos de gênero diferente, do mesmo gênero, de mais de um gênero ou de nenhum gênero. São quatro as orientações sexuais preponderantes: pelo mesmo gênero (homossexualidade), pelo gênero oposto (heterossexualidade), por dois ou mais gêneros (bissexualidade) ou por nenhum ou

praticamente nenhum gênero (assexuais). Fonte: Manual de Educação LGBTI+.

 

O que é educação para diversidade de gênero?

É o processo educativo baseado na promoção do respeito às diferenças, combater preconceitos e discriminação. Na escola, visa construir um ambiente escolar, com currículo e didática que respeitem e valorizem a pluralidade e as diferentes identidades de gênero e de orientações sexuais.

 

 
 

Sugestões de pauta: 

  • Como as escolas tratam a questão do uso do banheiro, nome social, divisão de trabalho em grupo com estudantes LGBTQIAPN+?
  • As escolas adotam medidas de letramento e respeito à diversidade de gênero?
  • Lançando mão do jornalismo de soluções, pautar iniciativas de impacto na construção de ambientes escolares de respeito à diversidade de gênero.
  • Pautar premiações e homenagens a iniciativas de promoção da educação para a diversidade. Esses ganchos trazem urgência à pauta e a tornam atrativa para ganhar maior destaque nos veículos.

 

Dica: Em geral, pautar educação, exceto para quem está no hard news, é desafiador. Muitos editores acham que é uma área que não dá audiência. Supere esse desafio, identificando personagens de difícil acesso e fortes, para começar a sua história. Assim, você vai tratar de educação para diversidade de gênero de uma forma mais atrativa, com grandes chances de editores e leitores gostarem da sua pauta.

 

 
 

Onde coletar dados

 

No Brasil, são raras  as bases de dados específicas sobre a população LGBQIAPN+ e em relação à educação para diversidade de gênero. O Censo  IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma das principais bases de dados oficiais, ainda não envolve essa comunidade, fazendo com que se saiba pouco sobre quem são e como elas vivem no Brasil. 


A Pesquisa Nacional de Saúde: Orientação Sexual Autoidentificada da População Adulta,  lançada pelo IBGE em 2019, informa que 2,9 milhões de pessoas de 18 anos ou mais se declaram lésbicas, gays ou bissexuais.


Nesse cenário, um caminho possível para pautas são as pesquisas independentes, muitas delas realizadas por centros de pesquisa ligados a universidades.


A Unicamp (Universidades Estadual de Campinas), a UFF (Universidade Federal Fluminense), a UniABC (Universidade Federal do ABC), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) sãos algumas instituições acadêmicas que possuem grupos de estudo ou núcleos de políticas voltados à população LGBTQIAPN+. Nos sites dessas instituições é possível encontrar manuais, guias, cartilhas e outros documentos com dados e informações que podem fundamentar a sua pauta.


Você pode contar ainda com os dados produzidos por pesquisas independentes que atuam com o tema  de gênero e diversidade sexual. A Fundação Carlos Chagas, Aliança Nacional LGBTI, Pauta Gênero, Ação Educativa e tantas outras organizações são exemplos de instituições que produzem dados e análises sobre o tema.


Levantamentos mais amplos, que incluam questões ligadas à gênero e diversidade, também podem ser um bom fio da meada para a sua história. Vale ficar de olho nas edições do Saeb, que podem trazer tópicos relacionados ao tema.


Também é importante fazer relações entre pesquisas com abordagens gerais e a educação. Pesquisas que falam de desemprego, presença em atividades como prostituição ou postos de trabalho podem ser abordadas à luz de como o acesso, permanência e formação de qualidade de pessoas LGBQIAPN+ podem colaborar para reduzir essas estatísticas.


Há várias possibilidades de gancho: violências, risco de evasão, demanda por atividades e discussões sobre gênero e diversidade sexual na escola, desemprego, subemprego, entre outros. 

 

Para dar o primeiro passo

 

As pesquisas podem ser boas fontes para quem quer começar a fazer reportagens sobre esse tema. A seguir, algumas sugestões.

 

Violências

A Pesquisa Nacional sobre bullying no Ambiente Educacional Brasileiro realizada pela Aliança Nacional LGBQTI+, com o apoio do Instituto Unibanco, citada mais acima, traça um cenário do ambiente escolar em relação à pauta da educação para a diversidade sexual. Alguns achados do estudo:

 

  • Estudantes trans sofrem mais violência: 38% das pessoas trans/travestis afirmam ter sofrido violências físicas na escola em 2024 – sete pontos percentuais a mais em relação aos seus pares cis (31%).

  • Colegas e professores são os principais agressores: as vítimas revelam que outros estudantes são os principais agressores. Eles correspondem a 97% do total de menções, enquanto os professores compõem o segundo grupo, com 35% das menções.

 

Sugestões de pauta:

  • O que fazer em casos de violência por motivação homofóbica na escola?
  • Quais podem ser os caminhos para combater a homofobia na escola? Quais ações têm se mostrado efetivas e como elas foram implementadas?
  • O que falta para que gênero e diversidade sexual entre nas bases curriculares?

 

Dica: é sempre importante ouvir fontes oficiais como a  CGDH (Coordenação-Geral de Políticas Educacionais em Direitos Humanos), ligada à SECADI (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão) do MEC.

 

 
 

Risco de Evasão

Insegurança e perda de aula: 47% dos estudantes LGBTQIAPN+ relataram ter perdido ao menos um dia de aula no mês anterior à realização da pesquisa por causa de alguma insegurança no ambiente escolar ou no caminho até ele, segundo a Pesquisa Nacional sobre bullying no Ambiente Educacional Brasileiro.

 
 
Estudantes trans são o grupo mais afetado: o número é maior do que entre as outras letras da sigla LGBTQIAPN+: 57% afirmam ter perdido aula por insegurança em relação à escola.

Sugestões de pauta:

  • Qual a relação entre a evasão escolar e o desemprego ou subemprego que atinge pessoas LBTQIAPN+?
  • Além do currículo, que outras adequações na escola podem reduzir a evasão dos estudantes LBTQIAPN+?
  • Acompanhe, em uma reportagem, as trajetórias de um estudante que evadiu devido à insegurança com o ambiente escolar e outro que teve acesso a ensino de qualidade, o que inclui segurança, proteção e respeito. A partir dessas suas histórias, aborde pontos como emprego, renda, moradia, qualidade de vida. 

Interesse no tema da educação para diversidade de gênero

Pesquisa Educação, Direitos e Valores, da Ação Educativa, realizada pelo Instituto DataFolha, envolvendo 2.090 pessoas de 130 municípios da capital e região metropolitana e do interior de todas as regiões brasileiras. Os resultados dessa pesquisa podem ser usados como subsídio ou ponto de partida para pautas sobre o tema.


Alguns resultados 

  • O tema é bem-vindo: 72% das pessoas concordam com a abordagem de gênero na escola.

  • Educar para previnir: 79% das pessoas concordam que a educação sexual nas escolas ajuda a prevenir o abuso sexual.

  • Uma escolha que acolhe, respeita e protege: 66,8% das pessoas que responderam à pesquisa da Ação Educativa concordam que a escola deve promover o direito das pessoas viverem livremente a sua sexualidade, sejam elas heterossexuais ou LGBTQIA+.

 

Dica: Mesmo que você não use os dados como ponto de partida para a pauta, é importante usá-los ao longo do texto, em uma retranca específica para, além de dar fundamentação, trazer a abordagem para um campo mais amplo. 

 

 
 

Sugestões de pauta: 

  • Use o jornalismo de soluções para identificar boas práticas escolares relacionadas à diversidade de gênero.
  • Monitore os sites da Câmara dos Deputados e Senado Federal, além do STF (Superior Tribunal Federal) para acompanhar decisões ligadas à pauta da diversidade de gênero, que possam refletir na educação. Na mesma direção, vale acompanhar as pautas das assembléias legislativas e câmaras municipais.

Desemprego

A pesquisa Inclusão econômica e geração de renda da população LGBTQIA+ no Brasil: Desafios, iniciativas e financiamentos é um bom mote para reportagens sobre a relação entre educação, emprego e renda entre as pessoas LGBTQIAPN+. Ao mesmo tempo em que revela as dificuldades, o levantamento mostra caminhos para criação de empreendimentos individuais e coletivos como alternativa para garantir a sustentabilidade desse grupo.


Seja em relação aos desafios, mas também em relação aos caminhos, esses dados podem ser abordados em intersecção com a educação.


O estudo mostra, por exemplo, que 1 a cada 4 pessoas LGBQIAPN+ consegue contratação formal ou manter um empreendimento por 12 meses.


Sugestões de  pauta: 

  • Como melhorias na educação podem impactar no acesso de pessoas LGBTQIPN+ ao mercado formal de trabalho?
  • Como estimular acesso de estudantes LGBtQIAPN+ aos cursos de formação técnica  profissional?

 

Entenda a história

 

1988 - Redemocratização do Brasil, criação da Constituição Cidadã, contexto marcado pela perspectiva dos direitos sociais. 

 

1996 - Programa Nacional de Direitos Humanos, primeiro documento a incluir, de forma expressa, os homossexuais como sujeitos dos Direitos Humanos.

 

1996 e 1997 - Parâmetros curriculares de educação, primeiro instrumento normativo a inserir e oficializar o  tema da sexualidade e do gênero no currículo escolar da Educação Básica.

 

2001 - Conselho Nacional de Combate à Discriminação, responsável por criar critérios e monitorar a execução do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNLGBT).

 

2004 - Programa Brasil Sem Homofobia voltado à promoção da cidadania e dos direitos humanos de LGBTQ+, apoiado na equiparação de direitos e no combate à violência e à discriminação.

 

Criação da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) surge com o propósito de reduzir as desigualdades educacionais.

 

2014 - Debate em torno do uso da palavra “gênero” , que resultou na exclusão do termo no Plano Nacional de Educação (PNE 2014 - 2024), em 2014.

 

Proposta propõe a criação e fixação de um cartaz com os deveres do professor para evitar que sejam abordados assuntos fora do currículo escolar.

 

PL 7180/2014 propõe implementar o Escola sem Partido nas redes pública e privada de educação brasileira.

 

2023 - Julgamento de recurso contra acórdão no Mandado de Injunção (MI) 4733: O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que atos ofensivos contra pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ podem ser enquadrados como injúria racial.

 

2024 - ADI 5668/DF:  Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelo PSOL (Partido Solidariedade) foi julgada parcialmente procedente para reconhecer a obrigação de escolas públicas e particulares coibirem discriminação por gênero, por identidade de gênero e por orientação sexual.

 

 
 

Dicas de cobertura

 

Evite uso de nomes inadequados

Pesquise em documentos oficiais de organizações LGBTQIAPN+ os nomes e conceitos para gênero, orientação sexual e outros termos. Mesmo após realizar pesquisa, faça uma checagem com uma fonte especializada para evitar o uso de termos inadequados.

 

Cuidado para não errar o gênero e a orientação sexual da fonte

Você vai abordar um tema delicado, que, muitas vezes, envolve a intimidade da fonte. Por isso, é importante demonstrar respeito e cuidado. Antes de iniciar a entrevista, pergunte por qual pronome a fonte prefere ser chamada, se for parte da apuração, pergunte com qual orientação sexual ela se identifica. Tire todas as dúvidas necessárias, em casos como este, o uso de uma palavra inadequada pode revitimizar a fonte.


Relatos humanizados, subjetividade

Mesmo que a pauta envolva decretos, projetos de Lei, questões técnicas e políticas, o assunto principal envolve a subjetividade das pessoas, o seu bem-estar e a sua forma de se sentir plena e realizada no mundo. Viver em um ambiente que não acolhe e respeita essa subjetividade, causa sofrimento. É importante trazer à tona essa dimensão. Apurar informações com foco em marcadores sociais, que, em geral, acentuam essa vulnerabilidade também podem aproximar ainda mais a sua história do leitor.


Diversidade além da diversidade

As pessoas LBGTQIAPN+ não são todas iguais. Há diferenças relacionadas com raça, etnia, região onde moram, classe social. A experiência de um adolescente trans de classe média alta em uma escola de alto padrão difere de um adolescente negro e periférico, aborde essas matizes. Busque aprofundar essas especificidades para trazer os aspectos locais e singulares da pauta, evitando estereótipos.


Respaldo científico

Busque artigos, dissertações e pesquisas científicas de grupos focados na temática de diversidade de gênero que, muitas vezes, realizam pesquisas independentes. Use periódicos acadêmicos produzidos por pessoas LBTQIA+. Mesmo com amostras pequenas, essas pesquisas ajudam a dar uma dimensão mais ampla de questões relacionadas com o público LGBTQIAPN+.

 

Materiais de apoio e Fontes de Referência

 

Educação e LGBTI+ - Mesa de debate realizada durante o 9º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação da Jeduca, em agosto de 2025


Pesquisa Educacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro - Aliança Nacional LBGTI+ e Instituto Unibanco


Supressão do termo “gênero” no atual PNE fomentou censura e perseguição nas escolas - Ação Educativa

Gênero na Escola, projeto da Ação Educativa com apoio do Fundo Malala


Estudos e Pesquisas sobre Educação, Raça, Gênero e Diversidade Sexual - Revista Scielo Brasil 


Mapeamento Educacional das Transmasculinidades no Brasil - Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat)


Pesquisa Educação, Valores e Direitos - Iniciativa da Ação Educativa com apoio do Cenpec


Gênero e Diversidade Sexual na Escola: reconhecer diferenças, superar preconceitos - Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade - MEC


Escolas cívico - militares: conservadorismo e Retrocesso na Educação Brasileira, Revista Teias/UERJ


Mapeando o conservadorismo na política educacional brasileira - Educar em Revista - Universidade Federal do Paraná (UFPR)


Manual de Educação da Aliança LGBTI+ - Aliança Internacional LGBTI+


Manual de Comunicação da Aliança LGBTI+  - Aliança Internacional LGBTI+

 

 

Baixe aqui a versão em pdf deste material.

 

Encontrou algum erro ou tem sugestões e indicações sobre este tema? Escreva para contato@jeduca.org.br.

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